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dc.contributor.advisor1Arend, Silvia Maria de Fávero
dc.creatorMachieski, Elisangela da Silva
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4200574U6por
dc.date.accessioned2017-07-11T19:08:03Z-
dc.date.available2013-06-27
dc.date.available2017-07-11T19:08:03Z-
dc.date.issued2013-04-13
dc.identifier.citationMACHIESKI, Elisangela da Silva. Crianças e adolescentes nas páginas do jornal : uma infância perigosa ou uma infância em perigo? (Criciúma, 1970 -1990). 2013. 170 f. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, 2013.por
dc.identifier.urihttp://tede.udesc.br/handle/handle/2553-
dc.description.resumoNa sociedade brasileira, a infância pobre tornou-se, ao longo do século XX, alvo de um processo de normalização. O discurso médico, pedagógico, psicológico, jurídico e midiático lançou luz sobre este problema social. A instauração do Código de Menores, em 1927, pode ser interpretada como possibilidade de reposta a questão que desde então se considerava problema. Foi nesse movimento em busca por uma definição da infância que o termo menor foi sendo construído, tendo como baliza fatores de ordem social, econômica, moral e não apenas o quesito idade. A segregação entre ser criança e ser menor perdurou até o segundo Código de Menores, sancionado em 1979. Nem termo nem segregação foram substituídos. Na década de 1980, marcada por movimentos sociais, a legislação "menorista" foi alvo de críticas, juntamente com outros fatores que levaram à inclusão de artigos destinados especificamente ao público infanto-juvenil na Constituição Federal de 1988. Na década de 1990, com o advento do Estatuto da Criança e Adolescente, rompeu-se definitivamente com o estereótipo do menor. Tendo em vista este processo histórico, a proposta desta pesquisa consistiu em destacar permanências e rupturas no discurso jornalístico na questão infanto-juvenil na cidade de Criciúma/SC, tomando como fonte dois periódicos específicos: o Jornal da Manhã e o jornal Tribuna Criciumense. O recorte temporal compreendido entre 1970 e 1990 foi articulado para incluir as três legislações destinadas ao problema criança-adolescente. O discurso da imprensa, compreendido como uma construção realizada por sujeitos inseridos em determinado contexto temporal e territorial, faz uso de representações sociais em torno do assunto. Deste modo, através das peças jornalísticas selecionadas e os discursos por elas produzidos e divulgados constituem a fonte para o estudo e a reflexão da questão a respeito, procurando distinguir o dilema ou ambiguidade entre ser criança e ser menor, ou ser um perigo e estar em perigopor
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-07-11T19:08:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 elisangela.pdf: 1549525 bytes, checksum: 822d979dfaa0ffc42079d1fa75f77336 (MD5) Previous issue date: 2013-04-13en
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade do Estado de Santa Catarinapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentHistóriapor
dc.publisher.programMestrado em Históriapor
dc.publisher.initialsUDESCpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCrianças - Criciuma (SC) - Históriapor
dc.subjectAdolescentes - Criciuma (SC) - Históriapor
dc.subjectJornais na educaçãopor
dc.subjectMenores - Estatuto legal, leis, etcpor
dc.subjectInfância(s)por
dc.subjectLegislaçãopor
dc.subjectMídia impressapor
dc.subjectDiscurso jornalísticopor
dc.subjectChildhoodeng
dc.subjectLegislationeng
dc.subjectPrint mediaeng
dc.subjectJournalistic discourse.eng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
dc.titleCrianças e adolescentes nas páginas do jornal : uma infância perigosa ou uma infância em perigo? (Criciúma, 1970 -1990)por
dc.typeDissertaçãopor
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